Quem não gosta das sensações que o começo de uma relação proporciona? São trocas de olhares, friozinho na barriga, beijos apaixonados e sempre uma novidade a ser descoberta no dia seguinte. Todos que já namoraram sabem que estas situações são típicas do início do relacionamento. Com o passar do tempo, as novidades passam a ser mais escassas. O relacionamento ganha outras características e vantagens, mas o dia a dia obriga o casal a se esforçar para que a relação não esfrie.
Para algumas pessoas, no entanto, a fase seguinte à da paixão não interessa. Especialistas sugerem que a fase do frio na barriga dura pouco mais de 18 meses. Mas a psicoterapeuta de casal e família Margarete Volpi diz que a fase do “encantamento” é ainda mais curta. “A gente fica enamorado, aquele período de excitação com as novidades, por cerca de seis meses apenas”, afirma.
A impossibilidade de ter relacionamentos duradouros não pode ser explicada da mesma forma para todas as pessoas, mas especialistas dizem que algumas razões são mais comuns. Margarete explica que, quando a fase de encantamento passa, a realidade aparece. Este é o momento em que se percebe que as expectativas que se tem em relação ao outro nem sempre são alcançadas. “Isso gera uma grande frustração, que é um sentimento negativo e esbarra na nossa autoestima. A gente quer mudar a outra pessoa em função de nosso bem-estar. Quando isso não acontece, eu me frustro e não me sinto bom o suficiente para conseguir vencer este desafio”, esclarece Margarete.
Prazo de validade curto
O administrador de empresas Romulo Magalhães, 24, diz que suas relações têm “prazo de validade” muito bem definido: “fico com a mesma pessoa por dois meses”, afirma. A troca de namoradas é tão constante que seus amigos vivem fazendo apostas para tentar acertar quanto tempo o próximo relacionamento vai durar.
“Eu gosto do início do namoro. Depois de um mês, a química vai acabando e aí é só uma questão de dias para que termine. É como se fosse um brinquedo novo que depois de um tempo não tem mais graça”, diz Romulo.
A terapeuta de casal e família Lana Harari explica que tudo que é novo tem grande apelo. Segundo ela, em época de consumismo exacerbado que objetos se tornam descartáveis rapidamente, as relações adquirem o mesmo status. “Muita gente quer apenas o prazer da novidade. Obviamente, com o tempo, ficamos familiarizados com o parceiro. Isso é inevitável. Nesta etapa, muitas pessoas desistem da relação e partem para a busca de algo inédito novamente”.
Romulo conta que já teve duas relações longas, mas porque via benefícios que compensavam a sua intolerância a sentir-se preso a uma pessoa. “Eu gostava das minhas ex-namoradas. Uma delas eu via todos os dias, e ficamos juntos onze meses. Com a outra, fiquei um ano e meio. Nossa vida sexual era muito boa. Havia essa compensação”, diz.
O administrador conta que, apesar de “mulherengo”, sempre foi fiel. Ele se diz contraditório quando o assunto é maturidade para manter longos relacionamentos. “Sou maduro para saber que nem todos os dias do namoro vou acordar perdidamente apaixonado. Mas, ao mesmo tempo, imaturo, já que não tenho paciência de passar por isso. Eu sempre penso em terminar e buscar novamente uma outra conquista.”
Curto, intenso e verdadeiro
“O início do namoro é maravilhoso. A gente se sente feliz. Achamos que aquela pessoa vai ser sempre linda, doce e simpática como no dia em que a conhecemos”, relata o ator e estudante de Publicidade e Propaganda Rodrigo Rott, 19.
O grande problema para Rodrigo é a rotina. Para ele, aquela sensação de que tudo vai ser lindo para sempre acaba. Os sentimentos se desgastam, as belezas vão enjoando e a rotina deixa tudo chato e monótono, afirma. Seus namoros não costumam passar dos quatro meses de duração. “Eu sou uma pessoa fanática por mudanças. Não consigo gostar de coisas que são sempre iguais. Mas o fato dos meus relacionamentos serem curtos não significa que não sejam intensos e verdadeiros”, ressalta.
De acordo com Mariuza Pregnolato, psicóloga clínica especialista em terapia comportamental cognitiva pela Universidade de São Paulo (USP), quem gosta de enfrentar novos desafios com frequência pode ter problemas com a estabilidade de um relacionamento duradouro. “Quando a gente se apaixona, não é pela pessoa, que mal conhecemos. Nós idealizamos alguém e, com o passar do tempo, as diferenças aparecem. É preciso abrir mão de muita coisa. Ao invés de passar por essa fase, fica mais atraente partir para outro desafio, outra conquista.”
A arquiteta da informação Patrícia Rez, 30, também dificilmente passa dos quatro meses de namoro.
“Gosto do começo da relação porque tudo é muito incerto, a gente não sabe o que vai acontecer no dia seguinte. Quando fica definido o namoro, parece que perde a graça.” Ela diz ainda que procura as pessoas erradas. “Normalmente me interesso por quem mora longe. A distância acaba atrapalhando e aí eu faço outra viagem e conheço novas pessoas. Tudo isso é mais ou menos um padrão, que venho tentando quebrar.”
“Através de um trabalho de autoconhecimento, que é o que a terapia propõe, a pessoa consegue ver onde está a barreira que torna seus relacionamentos curtos. É preciso querer mudar para que isso efetivamente ocorra”, explica Lana Harari.
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Quando é hora de desistir do relacionamento?
Pergunte às suas amigas. Certamente algumas delas vão dizer que está difícil namorar, encontrar alguém especial. Até que de repente aparece uma pessoa na sua vida, como se tivesse caído do céu.
Ela é linda, beija bem, é carinhosa. E você, disposta a chutar sua carência para bem longe, entra de cabeça e faz de tudo para que este relacionamento dê frutos, lhe faça feliz. Mas com o passar dos dias, só você liga, só você se preocupa, só você corre atrás.
A frustração chega e a depressão também. E agora: é hora de pressionar o moço ou desistir de vez? "Creio que esta é, sem dúvida, a hora de olhar para nós mesmos e nos respeitarmos, nos valorizarmos e nos amarmos. Se não fizermos isso, a outra pessoa também não fará", afirma Rosana Braga, especialistas em relacionamentos interpessoais, jornalista e escritora.
Quando somente uma das partes quer levar o relacionamento a sério, Rosana lamenta, mas diz que o jeito é colocar um ponto final. "Se insistirmos na relação, a tendência é nos envolvermos mais e mais, dando margem às decorrentes decepções e frustrações", afirma a especialista. "Pode ser que um dia essa pessoa retorne, pronta para levar este relacionamento a sério", acrescenta.
Outra atitude que muitas mulheres tomam é deixar a decisão nas mãos do outro. Esta até pode ser uma forma de "dar um tempo para si mesma", fazer uma autoavaloiação e analisar a intensidade dos sentimentos. Só que mais cedo ou mais tarde, a vida vai exigir que você tome uma iniciativa. "Duas pessoas não podem ficar juntas quando uma delas não quer, ou ainda, quando os desejos não estão no mesmo patamar. Mas a decisão de parar ou continuar depende só de você e do seu coração", afirma Rosana.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Matemática do Amor: será que o relacionamento vai dar certo?
Sim, dá para calcular se seu romance vai dar certo. A amizade vale 10; o desrespeito e a indiferença tiram pontos. Conferimos os detalhes dessa equação com o psicólogo americano John Gottman, que pesquisa o tema há 35 anos e criou o teste de conexão emocional.
O amor não é ciência, mas a saúde de um relacionamento pode ser diagnosticada. Isso é o que faz o Ph.D. e professor emérito de psicologia da Universidade de Washington John Gottman em seu Love Lab, o Laboratório do Amor. Há 35 anos pesquisando relacionamentos, ele já acompanhou mais de 3 mil casais nos Estados Unidos, escreveu 37 livros e mais de 130 artigos. Em 1996, fundou o The Gottman Institute ao lado da mulher, a psicóloga Julie Schwartz Gottman. Para prever as chances de sucesso conjugal, Gottman criou uma metodologia capaz de mensurar os ingredientes que fazem a receita amorosa crescer ou desandar. E garante que o índice de acerto dessa balança chega a 90%. A estratégia para avaliar o casamento consiste em várias etapas – de preenchimento de formulários até entrevistas filmadas, onde os casais relatam suas histórias e seus conflitos. Nessas sessões, cada cônjuge é equipado com sensores para monitorar batimentos cardíacos, grau de movimentos que faz na cadeira etc. A equipe do cientista analisa o material observando sinais posturais que revelam a dinâmica do casal para além do discurso verbal.
Ao longo de três décadas de pesquisa, foi ficando evidente que as atitudes que alimentam ou destroem um casamento se repetem e têm um grau de previsibilidade. Para Gottman, o tripé básico do casamento bem-sucedido é amor, confiança e respeito. Mas esse tripé não se sustenta se não for alimentado: é aqui que a amizade entra na conta de modo determinante.
O amor não é ciência, mas a saúde de um relacionamento pode ser diagnosticada. Isso é o que faz o Ph.D. e professor emérito de psicologia da Universidade de Washington John Gottman em seu Love Lab, o Laboratório do Amor. Há 35 anos pesquisando relacionamentos, ele já acompanhou mais de 3 mil casais nos Estados Unidos, escreveu 37 livros e mais de 130 artigos. Em 1996, fundou o The Gottman Institute ao lado da mulher, a psicóloga Julie Schwartz Gottman. Para prever as chances de sucesso conjugal, Gottman criou uma metodologia capaz de mensurar os ingredientes que fazem a receita amorosa crescer ou desandar. E garante que o índice de acerto dessa balança chega a 90%. A estratégia para avaliar o casamento consiste em várias etapas – de preenchimento de formulários até entrevistas filmadas, onde os casais relatam suas histórias e seus conflitos. Nessas sessões, cada cônjuge é equipado com sensores para monitorar batimentos cardíacos, grau de movimentos que faz na cadeira etc. A equipe do cientista analisa o material observando sinais posturais que revelam a dinâmica do casal para além do discurso verbal.
Ao longo de três décadas de pesquisa, foi ficando evidente que as atitudes que alimentam ou destroem um casamento se repetem e têm um grau de previsibilidade. Para Gottman, o tripé básico do casamento bem-sucedido é amor, confiança e respeito. Mas esse tripé não se sustenta se não for alimentado: é aqui que a amizade entra na conta de modo determinante.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Brigas e sexo sem vontade são bons para o casamento
Depois do “sim” no altar e da lua-de-mel entram em cena os sabotadores. As diferenças de temperamentos, as contas no fim do mês e as divisões de tarefas domésticas tendem a desandar o tempero do casamento. Mas como evitar que tudo fique salgado ou amargo demais? Com ciência. Pelo menos, é o que promete o livro “Felizes Para Sempre – A Ciência Para Um Casamento Perfeito!”, lançado no final de 2010 no Brasil pela editora Universo dos Livros e que ainda figura nas prateleiras de destaque das livrarias.
Nele, a autora Tara Parker-Pope, jornalista especializada em bem-estar e dona de uma das colunas mais populares do New York Times, apresenta as mais novas conclusões da psicologia, neurociência e biologia sobre relacionamentos. Polêmica, a obra mostra, por exemplo, que brigas e sexo sem vontade podem sim fazer bem para o casamento.
Brigar é bom, mas tem que brigar direito
Um das questões mais surpreendentes da obra é a desmistificação do senso comum de que as brigas são sempre ruins para o casal. Pelo contrário, os pesquisadores de relacionamentos da universidade americana de Berkeley, Philip e Carolyn Cowan, defendem no livro a ideia oposta: os conflitos devem ser mais tolerados nas relações e até é preciso separar algum tempo para discordar do outro. Essa informação surpreendeu a autora. “Passei meu casamento inteiro tentando evitar o conflito”, confessou Tara, divorciada.
Os pesquisadores não defendem que os casais vivam em pé de guerra, mas que utilizem o conflito para desfazer os problemas que, se não forem resolvidos, certamente voltarão em médio ou longo prazo. “Quando eu discuto algo que não vai bem, eu informo ao outro sobre o que está me incomodando, podendo assim buscar um solução em conjunto”, afirma a psicóloga Margarete Volpi, que escreveu o prefácio da edição brasileira do livro e também estuda relacionamentos.
FAÇA O TESTE:
Mas isso não quer dizer que o bate boca indiscriminado está liberado. Há regras a seguir para se ter uma “boa” briga. A primeira coisa que os pesquisados recomendam é evitar o tom acusador das críticas, prefira reivindicar as questões sem agressividade. Nada de cruzar os braços ou revirar os olhos quando o parceiro estiver falando, isso vai indicar desprezo para o outro. Por fim, é importante diminuir a intensidade da discussão caso as coisas caminhem para a emoção exacerbada. Nesse caso, uma pausa é importante para acalmar os ânimos – dê uma volta no quarteirão, por exemplo. Depois retome.
Faça sexo, mesmo sem vontade
Quando o clima está tenso entre o casal, a vida sexual é geralmente uma das primeiras coisas a ser afetada. Mas não é isso que devia acontecer na opinião dos cientistas. Na verdade, eles recomendam que os cônjuges façam sexo mesmo sem estar com vontade. A explicação é que essa relação desencadeia no cérebro a liberação de hormônios vasopressina e ocitocina, que fortalecem os vínculos entre as pessoas.
“Infelizmente, por uma questão cultural, o sexo funciona como uma “moeda de troca” entre os casais. Quando um dos dois está insatisfeito, sinaliza seu desconforto parando de fazer sexo. Mas não devia acontecer dessa forma, porque o sexo ajuda a aliviar a tensão”, explica Margarete.
Mesmo com ideia dos especialistas de que o sexo é capaz resolver questões que uma conversa não pode, é preciso entender que ele não faz milagres. “Conflitos que aparecem devem ser conversados e resolvidos devidamente, e não colocados embaixo do tapete só porque o casal teve um sexo delicioso”, pondera Mariana Vasconcellos, psicóloga e terapeuta de casais.
Matemática do casamento
No livro, os cientistas contam ainda que o casamento possui uma curiosa matemática, que apresenta a seguinte conta: quando um parceiro comete um erro, o outro cônjuge só vai perdoá-lo quando receber, em média, cinco ações positivas – seja do marido ou da mulher. Então, se você, por exemplo, esqueceu uma data importante para o casal, vai ter que fazer muito mais do que comprar um buquê de flores para resolver o problema.
“Quando acontece um erro, o parceiro precisa se esmerar para repará-lo. Além de pedir desculpas, é sempre bom acrescentar mais alguma coisa, como um beijo bem romântico, um abraço mais demorado de corpo inteiro ou uma flor”, opina Mariana.
Há muitas outras teorias reunidas por Tara no livro. Ela também disponibiliza uma série de testes usados em estudos científicos que permitem ao leitor avaliar a saúde do casamento. Mas o traço mais interessante da obra é mesmo a ideia de que os casamentos só são saudáveis quando os casais estão prestando atenção no que está acontecendo na relação, sem fingimentos.
terça-feira, 17 de maio de 2011
10 características masculinas para ajudar você a entender o seu parceiro
Você compartilha um problema, ele não escuta. Pior: escuta e não responde. Parece nem se importar. Você chora e, em vez de ele te abraçar e confortar, fica nervoso e sai de perto. E quando estão os dois perdidos e ele se recusa a parar o carro para pedir informações? Pior que isso, só a obsessão do seu benzinho pelo controle remoto. Viver com um homem e entender suas ações - e reações! - é tarefa para especialistas em relacionamento. Como compreendê-lo?
O casal de autores Allan e Barbara Pease, que já vendeu 25 milhões de livros no mundo todo, transformou essa missão diária, quase impossível, em divertimento. No novo livro Como viver a dois, recheado de máximas e cartoons que vão fazer você dar boas gargalhadas, os dois usam situações cotidianas para exemplificar as características pscológicas e fisiológicas que diferem um homem de uma mulher. E, claro, dão dicas de como tornar essas diferenças compatíveis.
"Uma mulher se preocupa com o futuro até se casar. Um homem começa a se preocupar com o futuro na hora em que se casa", é uma das frases que vão fazer você repensar o modo como vê o seu parceiro.
O casal de autores Allan e Barbara Pease, que já vendeu 25 milhões de livros no mundo todo, transformou essa missão diária, quase impossível, em divertimento. No novo livro Como viver a dois, recheado de máximas e cartoons que vão fazer você dar boas gargalhadas, os dois usam situações cotidianas para exemplificar as características pscológicas e fisiológicas que diferem um homem de uma mulher. E, claro, dão dicas de como tornar essas diferenças compatíveis.
"Uma mulher se preocupa com o futuro até se casar. Um homem começa a se preocupar com o futuro na hora em que se casa", é uma das frases que vão fazer você repensar o modo como vê o seu parceiro.
Veja AQUI 10 DICAS impagáveis do livro. Corra para a livraria para adquirir o seu exemplar. E, claro, entre no clima e compartilhe com a gente a sua 'fórmula' particular de como dar certo com o 'bicho homem'.
Se há uma coisa que agrada aos dois sexos é palpite amoroso!
domingo, 15 de maio de 2011
Estudo: educação machista traz insegurança sexual aos homens
A educação machista que muitos meninos recebem causa grandes prejuízos. Na área sexual isso fica ainda mais claro. Pesquisas mostram que os homens que definem as relações humanas em termos de papéis rígidos 'masculino-superior' e 'feminino-inferior', assim como os que definem sua identidade masculina em termos de controle, violência e repressão dos afetos, apresentam, em muitos casos, um quadro de deterioração da sexualidade. Um estudo, na década de 70, sobre extremistas políticos alemães da direita e da esquerda (entre eles membros do grupo terrorista Baaden-Meinhof) é um bom exemplo. Foi constatado que esses homens apresentavam problemas de disfunção sexual, inclusive incapacidade de atingir o orgasmo.
Apesar de o machão estar perdendo o prestígio, ainda há homens que sentem dificuldade em participar com a mulher da troca recíproca de prazeres eróticos. A preocupação do homem quanto ao desempenho sexual foi encoberta na mesma medida em que a mulher não podia expressar a sua sexualidade.
Durante muito tempo acreditou-se que a mulher não se interessava pelo assunto. Seu aparelho genital servia tão-somente à procriação; o prazer era restrito a ter e criar filhos. Mulher gostar de sexo era motivo de vergonha. O homem parecia, então, não ter problemas quanto ao seu desempenho Da década de 60 para cá, com a liberação dos costumes e a pílula, as influências que protegiam socialmente o homem começaram a ser destruídas. A mulher, que antes só tinha experiência sexual com o marido, mesmo assim de forma restrita, agora exige mais prazer. O temor de não ser considerado 'bom de cama', satisfazendo a mulher, gera insegurança no homem.
Muitas vezes, partir para uma relação sexual causa tanta ansiedade quanto participar de um embate decisivo. Nessa guerra há vários fatores envolvidos. Com frequência se ouve dizer que os homens são 'incapazes de expressar sentimentos' ou 'não têm contato' com suas próprias emoções. Na verdade, os homens tendem a reprimir a autonomia emocional que propicia a intimidade com o outro. Um estudo nos Estados Unidos mostrou que dois terços dos homens entrevistados não conseguiram citar um amigo íntimo. Entre os que conseguiram o amigo era uma mulher. Ao contrário, das mulheres pesquisadas, três quartos puderam facilmente citar um ou mais amigos íntimos.
Fonte: O Dia
Apesar de o machão estar perdendo o prestígio, ainda há homens que sentem dificuldade em participar com a mulher da troca recíproca de prazeres eróticos. A preocupação do homem quanto ao desempenho sexual foi encoberta na mesma medida em que a mulher não podia expressar a sua sexualidade.
Durante muito tempo acreditou-se que a mulher não se interessava pelo assunto. Seu aparelho genital servia tão-somente à procriação; o prazer era restrito a ter e criar filhos. Mulher gostar de sexo era motivo de vergonha. O homem parecia, então, não ter problemas quanto ao seu desempenho Da década de 60 para cá, com a liberação dos costumes e a pílula, as influências que protegiam socialmente o homem começaram a ser destruídas. A mulher, que antes só tinha experiência sexual com o marido, mesmo assim de forma restrita, agora exige mais prazer. O temor de não ser considerado 'bom de cama', satisfazendo a mulher, gera insegurança no homem.
Muitas vezes, partir para uma relação sexual causa tanta ansiedade quanto participar de um embate decisivo. Nessa guerra há vários fatores envolvidos. Com frequência se ouve dizer que os homens são 'incapazes de expressar sentimentos' ou 'não têm contato' com suas próprias emoções. Na verdade, os homens tendem a reprimir a autonomia emocional que propicia a intimidade com o outro. Um estudo nos Estados Unidos mostrou que dois terços dos homens entrevistados não conseguiram citar um amigo íntimo. Entre os que conseguiram o amigo era uma mulher. Ao contrário, das mulheres pesquisadas, três quartos puderam facilmente citar um ou mais amigos íntimos.
Fonte: O Dia
quinta-feira, 12 de maio de 2011
O sexo fica pior depois do casamento?
Com a intimidade e convivência diária, a mudança na rotina sexual em função do casamento é comum. O cotidiano impõe fatores como cansaço, tarefas domésticas, filhos e problemas financeiros. Assim, o sexo deixa de ser o foco principal. “Ter o parceiro todas as noites na cama nos leva a deixar para amanhã, por preguiça, e para depois de amanhã”, aponta Flávio Gikovate, psicoterapeuta, autor do livro Sexo (MG Editores).
O amor tende a ser mais preservado ao longo do relacionamento do que a atração sexual. Isso explica a manutenção do afeto mas a diminuição da vontade de transar como nos tempos do namoro. “As pessoas perdem em atratividade com o tempo e o envelhecimento”, esclarece a psiquiatra Carmita Abdo, fundadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da USP. No namoro o clima entre o casal é diferente, com mais conquista e sedução, forças motivadoras para o sexo. “A ideia de que o outro não é completamente disponível e que sua autonomia é maior não continua após o casamento”, explica a terapeuta sexual Ana Canosa, diretora da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade.
Segundo Abdo, as brasileiras sexualmente ativas entre 25 e 40 anos que convivem com os seus parceiros, transam de duas a três vezes por semana. “A frequência pode aumentar quando as pessoas moram juntas, mas isso não significa que o sexo seja de qualidade”, diz. Ela pondera também existe uma diferença entre o que as pessoas declaram nas pesquisas e o que fazem de fato entre quatro paredes. Não existe uma média real – e prazerosa – que seja parâmetro comum para todos os casais.
A sexualidade depois do casamento leva alguns casais a acharem que estão com problemas, mas é possível estar satisfeito ao compreender as características dessa nova fase. O sexo nos relacionamentos estáveis tem trocas de carícias que privilegiam a excitação e não o desejo. “É preciso trocar o prazer relacionado com a conquista por aquele que deriva da troca de carícias, que, afinal, é o propósito de toda interação sexual”, diz Gikovate.
Homens e mulheres vivem as mudanças na vida sexual após o casamento de formas diferentes. O desejo masculino diminui por causa de um mecanismo de acomodação, segundo Gikovate. E uma vez que a mulher se excita ao perceber que provoca desejo dos homens, a chama naturalmente enfraquece com a repetição do parceiro. “As as mulheres ficam mais inquietas com o comodismo e desejam doses extra de romantismo e novidades”, aponta Canosa.Remédio antimonotonia
Especialistas apontam que a quebra de rotina e tabus, ao lado do diálogo constante, são as primeiras medidas para trazer o sexo bom de volta ao casamento. “Quando os casais saem de férias e vivem situações diferentes do dia a dia, recobram o interesse mútuo, defende Carmita.
Ter expectativas mais realistas também ajuda a conquistar a satisfação sexual. Segundo Gikovate, as pessoas têm esperado do sexo mais do que ele rende. “Sexo é algo um tanto repetitivo mesmo. No passado, quando era um tema tabu, o clima erótico era mais intenso. Hoje, todos já estão tão expostos a muitos estímulos e acham pouco o que têm”, diz.
As velhas receitas como passar a noite em um hotel, praticar exercícios, manter o bom humor e usar lingeries sensuais são válidas e necessárias para reacender a chama - mas não bastam por si. “Quem está dentro da lingerie precisa estar apta para o ato sexual”, completa Abdo.
Fonte: IG
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Use acupuntura para aumentar sua libido
Está faltando vontade até para pensar naquilo? A chave que vai mudar seu apetite sexual pode estar na acupuntura. Cada vez mais mulheres procuram essa terapia milenar chinesa para solucionar a falta de desejo. Prepare-se para voltar a ser feliz entre quatro paredes
O poder da picadinha
As agulhas entram em ação para equilibrar os fluxos energéticos do corpo e, assim, proporcionar um bom estado geral de saúde. A ciência já estudou e comprovou o sucesso da acupuntura para diversos males. A eficácia no tratamento de dor crônica é de 50% a 85% – comparável à de drogas potentes, como a morfina. Essa técnica só foi reconhecida como especialidade médica no Brasil há pouco tempo, em 1998. De acordo com a Associação Brasileira de Acupuntura, existem cerca de 30 mil especialistas, sendo 20% médicos por formação. No Brasil, a Unifesp foi a primeira instituição de saúde a montar um pronto-socorro dessa terapia, atendendo atualmente cerca de 1,5 mil pacientes por mês. Outras 2,5 mil pessoas passam mensalmente pelo ambulatório de acupuntura, que funciona com o de ortopedia. Segundo Ruy Tamigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura, um médico com especialização em acupuntura, reconhecido pela Associação Médica Brasileira (AMB), é o profissional mais indicado para tratar da libido com as agulhas. Isso porque ele pode oferecer um diagnóstico mais preciso e descobrir se há necessidade de outro tipo de tratamento paralelo.terça-feira, 10 de maio de 2011
Homens que gostam de brinquedos sexuais são
a) tarados
b) bizarros
c) modernos
d) bons de cama
Acabei de ler um texto no site The Frisky, no qual a autora conclui que a maioria das mulheres (inclusive ela) assinalaria uma das duas primeiras opções. Eu não tinha parado para pensar sobre isso, mas reparei que eu mesma já reagi com estranhamento diante de brinquedos sexuais masculinos. A primeira coisa que disse quando descobri os fleshlights (aqueles masturbadores em forma de boca, vagina ou anus) foi : “que coisa mais bizarra. Quem gosta disso?”. Puro preconceito, é verdade. Por que as mulheres que se masturbam com patinhos e Hello Kitty são liberadas e ousadas e os homens que curtem a tal boca são bizarros? Mas a verdade é que, até ler esse artigo, acho que eu também assinalaria uma das duas primeiras opções… E vocês, qual alternativa escolhem?
Fonte: Revista Nova
http://nova.abril.com.br/blog/sexpert/homens-que-gostam-de-brinquedos-sexuais-sao/
b) bizarros
c) modernos
d) bons de cama
Acabei de ler um texto no site The Frisky, no qual a autora conclui que a maioria das mulheres (inclusive ela) assinalaria uma das duas primeiras opções. Eu não tinha parado para pensar sobre isso, mas reparei que eu mesma já reagi com estranhamento diante de brinquedos sexuais masculinos. A primeira coisa que disse quando descobri os fleshlights (aqueles masturbadores em forma de boca, vagina ou anus) foi : “que coisa mais bizarra. Quem gosta disso?”. Puro preconceito, é verdade. Por que as mulheres que se masturbam com patinhos e Hello Kitty são liberadas e ousadas e os homens que curtem a tal boca são bizarros? Mas a verdade é que, até ler esse artigo, acho que eu também assinalaria uma das duas primeiras opções… E vocês, qual alternativa escolhem?
Fonte: Revista Nova
http://nova.abril.com.br/blog/sexpert/homens-que-gostam-de-brinquedos-sexuais-sao/
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Os 10 livros mais quentes para ler na cama
Nenhum lugar como a nossa cama. É boa para dormir, namorar, transar, ver um filme agarradinho e, por que não?, ler. E não estamos falando de jornais ou livros do trabalho, mas de romances eróticos que fazem a imaginação ir às alturas. Fizemos uma seleção de dez livros que você vai ler na cama sem correr o risco de dormir a terceira página.
1. "A vida sexual de Catherine M." , de Catherine Millet, Ediouro.
É um best-seller mundial em que a renomada crítica de arte Catherine Millet revela em detalhes a sua vida sexual, bem livre aliás, com direito a orgias com mais de 150 pessoas, transas com 40 homens ao mesmo tempo e flertes com outras mulheres e travestis. Muitas críticas reclamam que a linguagem do livro é fria e distanciada.
Leia um trecho: "Nunca faço rápido demais no início, prefiro cobrir todo o comprimento do membro, mantenho o ritmo moderado. Tenho um sentimento inefável de controle: é incrível como uma minúscula vibração da língua pode despertar uma resposta desmedida".
2. "A casa dos budas ditosos", de João Ubaldo Ribeiro, Objetiva Editora.
O livro foi adaptado pelo dramaturgo Domingos de Oliveira para o teatro em um monólogo encenado por Fernanda Torres. Conta as histórias da uma baiana de 68 anos que decide revelar detalhes da sua vida sexual, entre reflexões sobre o sexo e seus tabus.
Leia um trecho: "(...) e eu doida que ele gozasse na minha boca e ele acreditando naquela frescura preliminar do ‘essa coisa que espirra' e tirando o pau fora de minha boca para gozar na minha mão, até que não agüentei e grunhi ‘goze na minha boca!' e reenfiei o pau dele tanto quanto pude na boca e só parei quando senti ele gozando quase em minha garganta".
3. "Kama Sutra", de Vatsyayana, Ediouro
O mais clássico dos livros que falam sobre sexo, o Kama Sutra fala também de amor. E tem linguagem que beira o científico. Está disponível para download na Internet.
Leia um trecho: "Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável".
1. "A vida sexual de Catherine M." , de Catherine Millet, Ediouro.
É um best-seller mundial em que a renomada crítica de arte Catherine Millet revela em detalhes a sua vida sexual, bem livre aliás, com direito a orgias com mais de 150 pessoas, transas com 40 homens ao mesmo tempo e flertes com outras mulheres e travestis. Muitas críticas reclamam que a linguagem do livro é fria e distanciada.
Leia um trecho: "Nunca faço rápido demais no início, prefiro cobrir todo o comprimento do membro, mantenho o ritmo moderado. Tenho um sentimento inefável de controle: é incrível como uma minúscula vibração da língua pode despertar uma resposta desmedida".
2. "A casa dos budas ditosos", de João Ubaldo Ribeiro, Objetiva Editora.
O livro foi adaptado pelo dramaturgo Domingos de Oliveira para o teatro em um monólogo encenado por Fernanda Torres. Conta as histórias da uma baiana de 68 anos que decide revelar detalhes da sua vida sexual, entre reflexões sobre o sexo e seus tabus.
Leia um trecho: "(...) e eu doida que ele gozasse na minha boca e ele acreditando naquela frescura preliminar do ‘essa coisa que espirra' e tirando o pau fora de minha boca para gozar na minha mão, até que não agüentei e grunhi ‘goze na minha boca!' e reenfiei o pau dele tanto quanto pude na boca e só parei quando senti ele gozando quase em minha garganta".
3. "Kama Sutra", de Vatsyayana, Ediouro
O mais clássico dos livros que falam sobre sexo, o Kama Sutra fala também de amor. E tem linguagem que beira o científico. Está disponível para download na Internet.
Leia um trecho: "Quando o amor se intensifica, entram em jogo as pressões ou arranhões no corpo com as unhas. As pressões com as unhas, entretanto, não são comuns senão entre aqueles que estejam intensamente apaixonados, ou seja, cheios de paixão. São empregadas, juntamente com a mordida, por aqueles para quem tal prática é agradável".
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Aumente seu prazer
Apesar daquele papo de que não há sexo tão prazeroso quanto o feito com a pessoa amada, há momentos em que tudo o que se quer é uma noite de sexo selvagem e ardente ao lado de um ilustre - e de preferência gostoso – representante da ala masculina, não importa quem ele seja. Se o seu objetivo é a busca cega pelo prazer, o único pré-requisito é estar aberta às possibilidades e variações do mesmo tema. E existe tema melhor do que esse?
Deixando o pudor no quarto ao lado, as formas de se alcançar o prazer são muitas, e o sucesso nesta busca vai depender das preferências de cada uma e dos limites de nosso corpo. Do inocente conselho que sua avó recebeu no dia do casamento à sugestão sadomasô que você leu semana passada na internet, o importante é descobrir qual mexe com o seu tesão. No sexo, não há limites, e a única regra é experimentar.
Seja testando um novo vibrador, visitando o clube de casais da cidade ou treinando o pompoarismo junto com ele, as opções são muitas. Nunca é tarde para se descobrir novas formas de amor. Pode até não estar no kama sutra, mas se a idéia não sai da sua cabeça, por que não? Como dizia nossa amiga Rita Lee, a única premissa é ter saúde para gozar no final.
Fonte: Bolsa de Mulher (http://www.bolsademulher.com.br/)
Deixando o pudor no quarto ao lado, as formas de se alcançar o prazer são muitas, e o sucesso nesta busca vai depender das preferências de cada uma e dos limites de nosso corpo. Do inocente conselho que sua avó recebeu no dia do casamento à sugestão sadomasô que você leu semana passada na internet, o importante é descobrir qual mexe com o seu tesão. No sexo, não há limites, e a única regra é experimentar.
Seja testando um novo vibrador, visitando o clube de casais da cidade ou treinando o pompoarismo junto com ele, as opções são muitas. Nunca é tarde para se descobrir novas formas de amor. Pode até não estar no kama sutra, mas se a idéia não sai da sua cabeça, por que não? Como dizia nossa amiga Rita Lee, a única premissa é ter saúde para gozar no final.
Confira as dicas que alguns profissionais do ramo deram ao Bolsa de Mulher. E, superado o impasse inicial, basta encontrar um felizardo que tope compartilhar o lençol. E as loucuras.
Fonte: Bolsa de Mulher (http://www.bolsademulher.com.br/)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Como conquistar qualquer homem
Que tal aprender a arte da conquista com sotaque francês? A escritora Jamie Cat Callan, autora do recém-lançado livro Mulheres Francesas Não Dormem Sozinhas, passou vários meses viajando pelo país mais sexy da Europa e desvendou os segredos das francesas para fazer um homem dizer je t’aime mais rápido do que bonjour. Pronta para experimentar? C’est fantastique!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
O que incendeia ou congela a excitação deles
Em geral, os homens transam mais do que as mulheres, por motivos fisiológicos e culturais. A testosterona, hormônio responsável pelo desejo (em ambos os sexos) está presente no corpo deles em níveis mais altos. Além disso, a libido masculina é mais estável, enquanto a nossa oscila graças às flutuações hormonais. Mas a sexóloga Ana Canosa alerta que generalizações não devem ser confundidas com regras absolutas. Por diversas razões, o desejo dos homens também pode cair, e hoje é muito comum as mulheres se queixarem da indiferença sexual do parceiro. Antigamente isso não acontecia – não porque os homens fossem mais fogosos, e sim porque não era de bom-tom uma mulher explicitar que gostava de sexo e queria mais.
“Em casa, se o ritmo fosse definido só por mim, não negaria fogo. Mas às vezes ela recusa, está com dor de cabeça, alega que as crianças vão ouvir...” PAULO, 42 ANOS, BIÓLOGO, CASADO HÁ 14 ANOS, DE SÃO PAULO
“Eu quero de quatro a cinco vezes por semana, mas minha mulher, infelizmente, se contenta com uma ou duas vezes. Por isso, eventualmente, busco sexo fora do casamento.” ANTÔNIO, 29 ANOS, ANALISTA FINANCEIRO, CASADO HÁ SETE ANOS, DE SÃO PAULO
“Em casa, se o ritmo fosse definido só por mim, não negaria fogo. Mas às vezes ela recusa, está com dor de cabeça, alega que as crianças vão ouvir...” PAULO, 42 ANOS, BIÓLOGO, CASADO HÁ 14 ANOS, DE SÃO PAULO
“Eu quero de quatro a cinco vezes por semana, mas minha mulher, infelizmente, se contenta com uma ou duas vezes. Por isso, eventualmente, busco sexo fora do casamento.” ANTÔNIO, 29 ANOS, ANALISTA FINANCEIRO, CASADO HÁ SETE ANOS, DE SÃO PAULO
terça-feira, 3 de maio de 2011
20 questões de relacionamento (resolvidas em 20 palavras ou menos!)
Rolar na cama se perguntando quando ele vai ligar, se já é hora de dizer "eu te amo" ou como transformar um amigo em namorado é um dos primeiros sintomas de uma paixão arrebatadora. O quê? Você está há três noites sem dormir?! A revista NOVA foi a campo e respondeu às maiores dúvidas amorosas de todos os tempos. Prepare-se para nunca mais perder seu sono de beleza.
1. Estou com mais de 30 anos e solteira. Será que vou me casar um dia?Tente não pensar tanto nisso. Vai acontecer naturalmente.
2. Não suporto os pais dele. Qual o melhor jeito de lidar com isso?
Não há evidências de algum que deu certo.
Não. Homens acham que chorar fere a masculinidade deles.
É um jeito de mostrar arrependimento, mesmo não sabendo o porquê.
Ele dará sinais, como chamá-la para jantar em vez de ir à balada.
Sim, cria expectativas e ressentimentos desnecessários.
Os fatos: quanto tempo ficou com ele e por que terminaram.
De jeito nenhum. Talvez ele apenas não tenha encontrado ninguém de quem gostasse o suficiente.
Sim, contanto que vocês consigam mostrar suas opiniões diferentes.
11. É verdade que a gente deveria se casar com o nosso melhor amigo?
Geralmente não há química suficiente para uma relação.
Nada.
13. A gente nunca deve ir para a cama brigado, certo?
Errado! Use uma boa noite de sono para baixar a bola em vez de entrar em uma discussão irracional.Diga que você adorou a noite e veja a reação dele. Se não rolar nada, siga com a amizade.
Desde que com limites. Flertes trazem de volta o ar de solteira que seu gato achou irresistível quando a conheceu.
Foque no lado positivo. Se ele for bagunceiro, agradeça por poder deixar a cama desarrumada.
Porque acha mais prático.
Quando estiver dormindo lá várias noites seguidas.
Desde que o comportamento do lindo não mude, nada.
Essencial. Uma relação respeitosa basta.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
As mulheres precisam menos de sexo do que os homens?
Comecei a ler o artigo da jornalista inglesa Liz Jones com o objetivo de fazer um post sobre o título: em tradução livre: ”é melhor que meu marido pague por sexo do que tenha um caso”. Ela começa o texto dizendo que com uma amante, além do sexo, o marido teria momentos de intimidade, jantariam juntos, trocariam mensagens de texto, se falariam pelo telefone. Ele se vestiria e se perfumaria para ela e, de certo modo, amaria mais a amante, pois ela é a novidade. Já com a prostituta, seria apenas sexo. Daí a preferência por esse tipo de traição. Lendo os argumentos, comecei a concordar com todos…
Mas essa argumentação foi só para entrar em outro assunto, que achei mais polêmico. Segundo Liz, as mulheres querem menos sexo (e precisam menos de) do que homens. Ela conta que todas suas amigas reclamam de “ter que” transar com os maridos depois de 12 horas de trabalho e que ela mesma já passou nove meses sem ir para a cama com o ex-marido (que, não por isso mesmo, teve um caso e agora é ex). A autora usa o argumento biológico de que as mulheres só querem sexo para atrair os homens e ter filhos. Depois que conseguem preferm o companheirismo ao tesão. Por experiência própria e baseada em conversar que tenho com muitas amigas casadas ou que namoram, discordo dessa parte. Acho que tem que ter as duas coisas em uma relação bem sucedida. Na verdade, o que mais tenho ouvido nos últimos tempos são mulheres comprometidas reclamando que querem mais sexo do que seus maridos cansados e sem criatividade na cama. Será que elas são exceções? O que vocês acham?
Fonte: Revista Nova On-line
Mas essa argumentação foi só para entrar em outro assunto, que achei mais polêmico. Segundo Liz, as mulheres querem menos sexo (e precisam menos de) do que homens. Ela conta que todas suas amigas reclamam de “ter que” transar com os maridos depois de 12 horas de trabalho e que ela mesma já passou nove meses sem ir para a cama com o ex-marido (que, não por isso mesmo, teve um caso e agora é ex). A autora usa o argumento biológico de que as mulheres só querem sexo para atrair os homens e ter filhos. Depois que conseguem preferm o companheirismo ao tesão. Por experiência própria e baseada em conversar que tenho com muitas amigas casadas ou que namoram, discordo dessa parte. Acho que tem que ter as duas coisas em uma relação bem sucedida. Na verdade, o que mais tenho ouvido nos últimos tempos são mulheres comprometidas reclamando que querem mais sexo do que seus maridos cansados e sem criatividade na cama. Será que elas são exceções? O que vocês acham?
Fonte: Revista Nova On-line
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